Memória, atenção e emoção: três pilares para uma aprendizagem duradoura

O que precisa acontecer para que aquilo que ensinamos hoje permaneça disponível na memória de nossos estudantes por mais tempo?

Com base em conhecimentos da Neurociência e da Psicologia Cognitiva, o Profissão Educador convida professores e demais profissionais da Educação a olhar para o planejamento de aulas para além da pergunta “O que preciso ensinar?”, incorporando uma questão igualmente importante: “O que meus estudantes precisarão fazer cognitivamente para aprender?”

A proposta não é transformar professores em neurocientistas, mas aproximar conhecimentos científicos das decisões que tomamos todos os dias em sala de aula.

Como capturar a atenção sem recorrer apenas à novidade? Como favorecer memórias duradouras sem confundir memorização com “decoreba”? Qual é o papel das emoções nesse processo? E como transformar esses conhecimentos em estratégias concretas de planejamento?

É esse percurso que o Profissão Educador oferece a você!

Três pilares Memória, atenção e emoção
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Modelo Planejamento Didático
Intencional
Conhecimento Neurociência e Psicologia
Cognitiva

Olá! Que bom ter você por aqui!

Sou Ana Cristina Camargo de São Pedro, idealizadora e gestora do Profissão Educador. Sou formada em Ciências Biológicas pela USP, mestre em Ciência Ambiental e especialista em Neurociência, Educação e Comportamento pela PUC-RS.

Depois de quase 30 anos na Educação Básica, ensinando Biologia e Biotecnologia, passei a aprofundar meus estudos sobre como memória, atenção e emoção participam da aprendizagem.

Dessa trajetória nasceu o Modelo de Planejamento Didático Intencional (MPDI) e o propósito de apoiar educadores na construção de experiências de aprendizagem mais conscientes e significativas.

NeurociênciaPsicologia CognitivaEducação

Memória, atenção e emoção: três pilares para uma aprendizagem duradoura

O que precisa acontecer para que aquilo que ensinamos hoje permaneça disponível na memória de nossos estudantes por mais tempo?

Com base em conhecimentos da Neurociência e da Psicologia Cognitiva, o Profissão Educador convida professores e demais profissionais da Educação a olhar para o planejamento de aulas para além da pergunta “O que preciso ensinar?”, incorporando uma questão igualmente importante: “O que meus estudantes precisarão fazer cognitivamente para aprender?”

Modelo

Planejamento Didático Intencional

  1. 1Identificação e Contextualização
  2. 2Atenção e Codificação
  3. 3Armazenamento e Consolidação
  4. 4Evocação e Aplicação
  5. 5Consolidação e Feedback
  6. 6Avaliação e Autoavaliação Metacognitiva
ConhecimentoNeurociência e Psicologia Cognitiva
Três pilaresMemória, atenção e emoção

A proposta não é transformar professores em neurocientistas, mas aproximar conhecimentos científicos das decisões que tomamos todos os dias em sala de aula.

  1. Como capturar a atenção sem recorrer apenas à novidade?

    01
  2. Como favorecer memórias duradouras sem confundir memorização com “decoreba”?

    02
  3. Qual é o papel das emoções nesse processo?

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  4. E como transformar esses conhecimentos em estratégias concretas de planejamento?

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É esse percurso que o Profissão Educador oferece a você!

Conheça a proposta!

Dois jeitos de planejar uma aula

Só pelo conteúdo

  • Ponto de partida: “O que preciso ensinar?”
  • Atenção: Capturada apenas pela novidade
  • Memória: Memorização confundida com “decoreba”
  • Emoção: Fora das decisões de planejamento

Com o MPDI

  • Ponto de partida: “O que meus estudantes precisarão fazer cognitivamente para aprender?”
  • Atenção: Capturada sem recorrer apenas à novidade
  • Memória: Memórias duradouras, com intencionalidade
  • Emoção: Considerada no planejamento das aulas
Profissão Educador

Olá! Que bom ter você por aqui!

Ana Cristina Camargo de São Pedro

Sou Ana Cristina Camargo de São Pedro, idealizadora e gestora do Profissão Educador. Sou formada em Ciências Biológicas pela USP, mestre em Ciência Ambiental e especialista em Neurociência, Educação e Comportamento pela PUC-RS.

Depois de quase 30 anos na Educação Básica, ensinando Biologia e Biotecnologia, passei a aprofundar meus estudos sobre como memória, atenção e emoção participam da aprendizagem.

Dessa trajetória nasceu o Modelo de Planejamento Didático Intencional (MPDI) e o propósito de apoiar educadores na construção de experiências de aprendizagem mais conscientes e significativas.

Conheça a trajetória da Ana

Seis etapas. Muitas conexões. Mais aprendizagens.

MPDI · Modelo de Planejamento Didático Intencional

2:03
O MPDI na práticaFotossíntese com MPDI: a experiência de Lucas
Etapa 01

Identificação e Contextualização

Por que vale a pena aprender isso?

  • Definir tema gerador e área do conhecimento.
  • Considerar o público-alvo e seus conhecimentos prévios.
  • Relacionar o conteúdo à realidade e à relevância social.
  • Estabelecer a intencionalidade pedagógica.

Como pode beneficiar estudantes com TDAH e Autismo grau 1?

TDAH: contextos reais e significativos podem aumentar o engajamento.

Autismo grau 1: clareza de objetivos e previsibilidade podem reduzir a ansiedade.

Etapa 02

Atenção e Codificação

Como despertar o interesse e captar a atenção?

  • Utilizar perguntas, imagens, vídeos e jogos.
  • Explorar curiosidade, emoção e significado.
  • Considerar memória de trabalho e carga cognitiva.
  • Ativar conhecimentos prévios.

Como pode beneficiar estudantes com TDAH e Autismo grau 1?

TDAH: recursos visuais e multimodais favorecem a atenção.

Autismo grau 1: rotinas claras e instruções objetivas ajudam na organização.

Etapa 03

Armazenamento e Consolidação

O que faremos para que a informação permaneça?

  • Elaborar e organizar o conhecimento.
  • Utilizar resumos, mapas conceituais e fichas.
  • Aplicar repetição espaçada e reconsolidação.
  • Relacionar o conteúdo com experiências pessoais.

Como pode beneficiar estudantes com TDAH e Autismo grau 1?

TDAH: revisões curtas e frequentes favorecem a memória.

Autismo grau 1: organização visual, mapas e esquemas auxiliam na consolidação.

Etapa 04

Evocação e Aplicação

Como os estudantes podem usar o que aprenderam?

  • Propor desafios, projetos e simulações.
  • Estimular a criação de produtos originais.
  • Transferir o conhecimento para novos contextos.
  • Trabalhar individualmente e em colaboração.

Como pode beneficiar estudantes com TDAH e Autismo grau 1?

TDAH: atividades práticas e com propósito aumentam o engajamento.

Autismo grau 1: passo a passo, exemplos e modelagem oferecem maior segurança.

Etapa 05

Consolidação e Feedback

Como o feedback ajuda a construir e reconstruir saberes?

  • Realizar avaliações formativas e feedback contínuo.
  • Incentivar a avaliação entre pares.
  • Explorar o erro como oportunidade de aprendizagem.
  • Revisar, ajustar e ampliar ideias.

Como pode beneficiar estudantes com TDAH e Autismo grau 1?

TDAH: feedback claro, específico e positivo favorece a motivação.

Autismo grau 1: orientações objetivas e previsíveis fortalecem a autonomia.

Etapa 06

Avaliação e Autoavaliação Metacognitiva

Como sei o que aprendi e como aprendi?

  • Utilizar portfólios, rubricas e diários.
  • Refletir sobre avanços e desafios.
  • Considerar dimensões cognitiva, emocional e social.
  • Planejar próximos passos e desenvolver memória prospectiva.

Como pode beneficiar estudantes com TDAH e Autismo grau 1?

TDAH: autoavaliação guiada auxilia na autorregulação e no planejamento.

Autismo grau 1: rotinas de reflexão e recursos visuais apoiam a compreensão do próprio processo.

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Patrícia Narvaes

Atuou como professora e orientadora nos projetos de inclusão de tecnologias da comunicação na área da educação pela Escola do Futuro da USP. É praticante de Comunicação Não-Violenta (CNV) desde 2013, onde descobriu o poder de uma escuta profunda e como isso pode afetar a comunicação e melhorar as relações humanas, promovendo conexão e acolhimento. Em 2020, conheceu o Thinking Environment ou “Ambiente para Pensar”, abordagem criada pela Nancy Kline, que permite criar um ambiente de escuta apreciativo, levando as pessoas a removerem bloqueios e praticarem o pensamento independente.
Hoje, Patrícia é Facilitadora de Reuniões e Coach em Thinking Environment, certificada pela Time To Think, além de ser uma das organizadoras do projeto Escuta Viva, onde oferece práticas de escuta, cursos, palestras e atendimentos focados na comunicação e nas relações